Provocações | 07/08 sex 22h10 | Tv Cultura - Entrevistas| Programa voltado para a divulgação de produções independentes, exibe filmes e vídeos de ficção, documentários e experimentais, de curta ou média metragem realizados por diretores brasileiros. |
Miguel Nicolelis fala da importância de descentralizar a produção do conhecimento cientifico
Neurocientista, que lidera pesquisas em robótica para devolver movimentos a pacientes com membros paralisados, participa do Provocações desta sexta
Frente a frente com Antonio Abujamra, o neurocientista Miguel Nicolelis dá entrevista ao Provocações, em edição exibida pela TV Cultura na sexta-feira (7/8), ás 22h10. Ele fala do retorno ao Brasil e de seus projetos, dentre eles, demonstrar, na periferia de Natal, que a produção do conhecimento de ponta pode ser descentralizada no Brasil: "O talento científico existe onde houver um ser humano pensando", diz.
Nicolelis também lembra da época em que deixou o país, e recorda o cenário pintado para os profissionais ligados á ciência: "Sou da geração obliterada, que não teve a chance de agir pelo Brasil". No final dos anos 80, começo dos 90, para Miguel, a "ciência brasileira quase colapsou".
Sobre seus estudos mais recentes, ele diz que quer entender "como os circuitos do cérebro produzem todos os comportamentos que fazem o ser humano ser o que é". Para ele, o cérebro não precisa mais do corpo para exercer seu desejo de interagir com o mundo: "é a neurociência permitindo que o cérebro expresse essa condição humana sem limites espaciais e temporais". Ele ainda responde perguntas como: Pra ciência Deus existe?
Formado pela USP, Miguel Nicolelis viveu os últimos anos no exterior. Foi o primeiro brasileiro a ocupar a capa da revista Science em seus 130 anos e já realizou pesquisas financiadas pelo Pentágono.
Atualmente Nicolelis dirige o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), idealizado por ele em 2003. Localizado no estado do Rio Grande do Norte, o instituto visa contribuir para o processo de minimização das desigualdades sociais e econômicas entre as diferentes regiões do país, descentralizando a produção e a disseminação do conhecimento, e tornando a educação científica qualificada acessível a crianças e jovens do ensino público da região.
Neurocientista, que lidera pesquisas em robótica para devolver movimentos a pacientes com membros paralisados, participa do Provocações desta sexta
Frente a frente com Antonio Abujamra, o neurocientista Miguel Nicolelis dá entrevista ao Provocações, em edição exibida pela TV Cultura na sexta-feira (7/8), ás 22h10. Ele fala do retorno ao Brasil e de seus projetos, dentre eles, demonstrar, na periferia de Natal, que a produção do conhecimento de ponta pode ser descentralizada no Brasil: "O talento científico existe onde houver um ser humano pensando", diz.
Nicolelis também lembra da época em que deixou o país, e recorda o cenário pintado para os profissionais ligados á ciência: "Sou da geração obliterada, que não teve a chance de agir pelo Brasil". No final dos anos 80, começo dos 90, para Miguel, a "ciência brasileira quase colapsou".
Sobre seus estudos mais recentes, ele diz que quer entender "como os circuitos do cérebro produzem todos os comportamentos que fazem o ser humano ser o que é". Para ele, o cérebro não precisa mais do corpo para exercer seu desejo de interagir com o mundo: "é a neurociência permitindo que o cérebro expresse essa condição humana sem limites espaciais e temporais". Ele ainda responde perguntas como: Pra ciência Deus existe?
Formado pela USP, Miguel Nicolelis viveu os últimos anos no exterior. Foi o primeiro brasileiro a ocupar a capa da revista Science em seus 130 anos e já realizou pesquisas financiadas pelo Pentágono.
Atualmente Nicolelis dirige o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), idealizado por ele em 2003. Localizado no estado do Rio Grande do Norte, o instituto visa contribuir para o processo de minimização das desigualdades sociais e econômicas entre as diferentes regiões do país, descentralizando a produção e a disseminação do conhecimento, e tornando a educação científica qualificada acessível a crianças e jovens do ensino público da região.
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