Final do BBB reafirma indícios de manipulação de votos
Monique Cardoso, Jornal do Brasil
RIO - A diferença mínima entre os votos recebidos por Max e Priscila (0,24) na final do BBB reafirmou os indícios de manipulação de votos (por SMS, telefone e pela internet). A morena era apontada como favorita em todas as principais enquetes (no Uol, com amostragem de mais de 1 milhão de pessoas, Priscila tinha 48, 63% das intenções de voto, contra 25,80% de Max e 25, 57% de Francine) até os momentos finais do programa. O tal sistema que atribui pesos diferentes aos votos não é revelado pela Globo, que estendeu a votação além do horário programado.
Pedro Bial mostrou estar de olhos bem abertos e espiando bem de perto as polêmicas em torno do sistema de votação. No ar, disse: “Tem gente que ainda não percebeu que quem manipula o programa são vocês aí de dentro”, dizendo que a decisão do público é, realmente, a responsável pelo resultado. procurado insistentemente, Boninho, diretor da atração, não respondeu as questões enviadas pelo Jornal do Brasil sobre a polêmica.
Na comunidade do BBB 9, no orkut, teorias da conspiração são formuladas em mais de 30 tópicos sobre a final.
As regras da votação continuam uma incógnita também para a empresa que criou o Big Brother. A holandesa Endemol, que abriu recentemente escritório próprio no Brasil, disse não conhecer o sistema da emissora, já que o produto é administrado com exclusividade pela EndemolGlobo, criada especialmente para atender o canal. A empresa, porém, também se fechou em copas. Por meio de nota, mandou dizer que só a TV Globo fala sobre votação.
Não adiantou apelar para casa de vidro, quarto branco, lado A e lado B e até personagens idosos. Esta final do BBB teve a pior audiência de todas as edições, de acordo com números prévios do Ibope. Ficou com uma média de 41 pontos, atrás do segundo BBB, com 45. O número de votos confirma o desgaste do formato: No ano passado foram 76 milhões na final; nesta, cerca de 40 milhões.
A marcação de território entre Ana Carolina (a netinha da Naná) e Max era tão forte que o último paredão antes da decisão, no domingo, teve um total de votos maior do que a própria final, com três integrantes. Foram 58 milhões de votos contra cerca de 40 milhões. Ana, aliás, é a recordista de paredões: passou por sete. Max precisou apenasde quatro pra faturar seu R$ 1 milhão.
Max começou a disputa apontado como favorito. Ainda nas primeiras semanas, ganhou uma capa da revista adolescente Capricho. Ana Carolina, a loura mimada-menina-família-do-interior, acabou virando o jogo com a relação vovó-netinha com Nayá, e passou a disputar os fãs do programa com o artista plástico carioca.
A dupla Zezé di Camargo e Luciano deve ser mesmo fã do BBB. Os sertanejos já haviam feito sua participação nesta edição visitando a casa de vidro, no shopping Via Parque, na Barra da Tijuca. Eles voltaram para cantar na final e Luciano disse que, caso Boninho queira levar adiante a ideia de um Big Brother de celebridades, ele é o primeiro candidato. Faria qualquer coisa para participar.
daqui: Jornal do Brasil
Monique Cardoso, Jornal do Brasil
RIO - A diferença mínima entre os votos recebidos por Max e Priscila (0,24) na final do BBB reafirmou os indícios de manipulação de votos (por SMS, telefone e pela internet). A morena era apontada como favorita em todas as principais enquetes (no Uol, com amostragem de mais de 1 milhão de pessoas, Priscila tinha 48, 63% das intenções de voto, contra 25,80% de Max e 25, 57% de Francine) até os momentos finais do programa. O tal sistema que atribui pesos diferentes aos votos não é revelado pela Globo, que estendeu a votação além do horário programado.
Pedro Bial mostrou estar de olhos bem abertos e espiando bem de perto as polêmicas em torno do sistema de votação. No ar, disse: “Tem gente que ainda não percebeu que quem manipula o programa são vocês aí de dentro”, dizendo que a decisão do público é, realmente, a responsável pelo resultado. procurado insistentemente, Boninho, diretor da atração, não respondeu as questões enviadas pelo Jornal do Brasil sobre a polêmica.
Na comunidade do BBB 9, no orkut, teorias da conspiração são formuladas em mais de 30 tópicos sobre a final.
As regras da votação continuam uma incógnita também para a empresa que criou o Big Brother. A holandesa Endemol, que abriu recentemente escritório próprio no Brasil, disse não conhecer o sistema da emissora, já que o produto é administrado com exclusividade pela EndemolGlobo, criada especialmente para atender o canal. A empresa, porém, também se fechou em copas. Por meio de nota, mandou dizer que só a TV Globo fala sobre votação.
Não adiantou apelar para casa de vidro, quarto branco, lado A e lado B e até personagens idosos. Esta final do BBB teve a pior audiência de todas as edições, de acordo com números prévios do Ibope. Ficou com uma média de 41 pontos, atrás do segundo BBB, com 45. O número de votos confirma o desgaste do formato: No ano passado foram 76 milhões na final; nesta, cerca de 40 milhões.
A marcação de território entre Ana Carolina (a netinha da Naná) e Max era tão forte que o último paredão antes da decisão, no domingo, teve um total de votos maior do que a própria final, com três integrantes. Foram 58 milhões de votos contra cerca de 40 milhões. Ana, aliás, é a recordista de paredões: passou por sete. Max precisou apenasde quatro pra faturar seu R$ 1 milhão.
Max começou a disputa apontado como favorito. Ainda nas primeiras semanas, ganhou uma capa da revista adolescente Capricho. Ana Carolina, a loura mimada-menina-família-do-interior, acabou virando o jogo com a relação vovó-netinha com Nayá, e passou a disputar os fãs do programa com o artista plástico carioca.
A dupla Zezé di Camargo e Luciano deve ser mesmo fã do BBB. Os sertanejos já haviam feito sua participação nesta edição visitando a casa de vidro, no shopping Via Parque, na Barra da Tijuca. Eles voltaram para cantar na final e Luciano disse que, caso Boninho queira levar adiante a ideia de um Big Brother de celebridades, ele é o primeiro candidato. Faria qualquer coisa para participar.
daqui: Jornal do Brasil
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