Profissão Repórter - Assunto: "Violência de Gangues em Brasilia" 28/07 ter 23h20 | Globo - Jornalismo | O quadro, mostra os bastidores do jornalismo, os vários ângulos de um mesmo assunto e as questões éticas, pessoais e profissionais vividas pelos repórteres. profissaoreporter@redeglobo.com.br Horários alternativos na Globonews: Sábado, às 21h05 Domingo, às 9h05 |

Profissão Repórter mostra a violência que acontece nas ruas de Brasília
Programa desta terça, 28, conhece o mundo das gangues de jovens
Os repórteres Caio Cavechini e Thiago Jock visitam alguns grupos de cidades rivais para conhecer de perto este universo, tentando entender e mostrar a motivação destes jovens para entrar nas gangues. A maioria, sem conhecer seus inimigos, esconde o rosto por medo da polícia. Entretanto, não hesitam em exibir suas armas e as inúmeras histórias de violência que as acompanham.
Do outro lado da capital federal, na região de São Sebastião - uma das áreas mais violentas da periferia de Brasília -, Caroline Kleinubing e Felipe Gutierrez conhecem algumas vítimas desta guerra. Jovens carregando as sequelas dos ataques e famílias traumatizadas contam como é viver sob esta constante ameaça, que muitas vezes começa com uma simples pichação em um muro rival.
Caco Barcellos conversa com uma destas famílias, que acaba de perder o filho, de 18 anos, executado por uma gangue. Ainda muito abalada, a irmã relembra o assassinato do caçula:
- Meu irmão morreu porque era ingênuo demais. Ele não tinha nada a ver com gangues. Só estava no lugar errado na hora errada - afirma.
Programa desta terça, 28, conhece o mundo das gangues de jovens
Os repórteres Caio Cavechini e Thiago Jock visitam alguns grupos de cidades rivais para conhecer de perto este universo, tentando entender e mostrar a motivação destes jovens para entrar nas gangues. A maioria, sem conhecer seus inimigos, esconde o rosto por medo da polícia. Entretanto, não hesitam em exibir suas armas e as inúmeras histórias de violência que as acompanham.
Do outro lado da capital federal, na região de São Sebastião - uma das áreas mais violentas da periferia de Brasília -, Caroline Kleinubing e Felipe Gutierrez conhecem algumas vítimas desta guerra. Jovens carregando as sequelas dos ataques e famílias traumatizadas contam como é viver sob esta constante ameaça, que muitas vezes começa com uma simples pichação em um muro rival.
Caco Barcellos conversa com uma destas famílias, que acaba de perder o filho, de 18 anos, executado por uma gangue. Ainda muito abalada, a irmã relembra o assassinato do caçula:
- Meu irmão morreu porque era ingênuo demais. Ele não tinha nada a ver com gangues. Só estava no lugar errado na hora errada - afirma.

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